Ficha de Aspirante: Castor

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Ficha de Aspirante: Castor

Mensagem  Castor em Sab Ago 30, 2008 1:31 am

Perfil do usuário

Nome do usuário: Adonai Lauriano
Data de nascimento: 03/06/1988
Idade: 20 anos
E-mail: adonai.lauriano@gmail.com
Msn: azrkr@hotmail.com
Orkut: Adonai Lauriano
Dias/horário que pode jogar: Apenas após as 22:00, e fins de semana.

Perfil do Personagem

Nome: Castor
Data de nascimento: 03/06/1994
Idade: 14 anos
Tipo físico: Altura: 1,70m; Peso: 58 kg; Pele branca; olhos azuis; cabelos longos, ruivos com pontas pretas.
Frase: "A bondade emana uma luz dourada."
Deus de devoção: Athena
Local de treinamento: Grécia, região entre o Santuário e o cabo Sounion.
Mestre: Saga de Gêmeos
Discipulo(s):
Dons:
Armadura:
Armadura PV:

XP:

Atributos

Atributos Físicos

Força: 1
Poder de fogo: 1
Técnica: 1
Agilidade: 1
Constituição: 0

Atributos Mentais

Inteligência: 2
Sabedoria: 1
Lógica: 1

Atributos Cósmicos

Cosmo oculto: 1
Elevação de cosmo: 1

Atributos vitais

Pontos de vida: 10
Pontos de cosmo: 12
Stamina: 8

Golpes

Ataques simples: Soco. (Não achei a lista de golpes simples)

Defesas simples: Cruzando os braços.

Ataques especiais

Defesas especiais

Títulos:
Vitórias:
Quests realizadas:

História de seu personagem:

Eu morava na aldeia de Rodorio, aos arredores do Santuário. Ninguém se atrevia a entrar nesse local sagrado, onde dizia-se habitar a deusa Athena. Minha mãe tinha deixado a família por desentendimento com meu pai, e este já havia falecido... Só sobrara minha irmã Helena, e eu. Ela, mais velha, cuidava bem de mim.
Eu, cuidava de sua segurança. Não deixava nem um reles cão rosnar pra ela. Se o fizesse, seria rechaçado a pontapés!
Helena sempre dizia: "Sou orgulhosa de ter um irmão tão corajoso!"
"Que nada, Helena! Só faço o mesmo que papai faria!", eu respondia.
Ela, uma adolescente. Eu, uma criança de 7 anos, tentaria protegê-la de tudo que fosse ruim.
Trabalhávamos numa roça, e quando sobrava tempo, pescávamos num rio próximo.
Às noites, a gente se debruçava na janela e algumas vezes ela me contava seus planos pro nosso futuro:
"Castor, pouco depois do pai ter falecido, o nosso tio... lembra dele? Ótimo. Ele disse que quando ele conseguir uma boa casa no centro da capital, ele vai nos levar pra lá, para morar e estudar. Assim, quando tivermos nos formado, poderemos encontrar a mamãe... Por que você está tão sério?"
"Hum... a mamãe nos abandonou.", respondi com certa tristeza.
Helena se ajoelhou e me fitou com muita firmeza.
"Castor, não fale assim... nossos pais se desentenderam e não quiseram mais morar juntos. Sei que fizeram isso numa situação difícil para nós, mas acho que ela pode ser perdoada. Sinto que papai faria o mesmo...
Sabe o que ele dizia em momentos de dificuldade?"
"Não...", falei encabulado.
"Ele dizia, continuou ela, para sempre termos esperança, pois ela sempre emerge vitoriosa das mais tórridas privações, basta acreditarmos no Bem... A Bondade emana uma luz dourada, Castor."
"Eu tenho uma irmã ou uma fada?", eu disse abraçando ela.
Ela me pôs para dormir, e disse que no dia seguinte iria comprar comida e que não demoraria muito.
Naquela noite, tive um sonho diferente. Eu andava sobre uma colina daqui das redondezas, à luz das estrelas. Subitamente, estaquei. No horizonte, eu vi uma luz dourada, cálida como o Sol, mas fraca para substituir a noite. Talvez se houvesse outras delas...
Aquela visão me fazia sentir como se um mundo imenso se estendesse dentro de mim! Era algo tão vivo e poderoso como o Amor. Ainda assim, era um pouco assustador.
Acordei sobressaltado! Procurei por Helena na casa, já passava da uma hora da tarde, e ela não estava por perto.
Me vesti, e deixei um bilhete sobre a mesa, caso ela voltasse e não me encontrasse. Saí à sua procura.
Depois de caminhar muito, já tinha perdido a noção do tempo, tamanha minha preocupação. Ao chegar em uma colinas, senti que devia seguir para oeste. Não sei de onde vinha essa sensação... parecia que eu já havia estado lá...
Encontrei um casebre abandonado no caminho, e estava escurecendo. Havia luar, bem claro. "Acho que ouvi vozes", pensei. Cheguei de mansinho e espiei para dentro através de um buraco na janela. Que susto! Vi Helena ajoelhada e amarrada, e também um pouco machucada! Junto com ela, haviam três homens que estavam se dirigindo para fora do casebre. Pensando rápido, peguei umas pedras no chão e atirei no mato para atrair a atenção deles. Enquanto eles procuravam a fonte do barulho, peguei um tronco podre que estava por perto e atirei num barranco abaixo, fazendo um estardalhaço. Eles caíram direitinho, e seguiram o tronco. Dei a volta na casa e entrei pelos fundos, alcançando Helena.
"Helena!", falei baixinho.
"Castor! Como você me encontrou?", disse sobressaltada.
"Depois te falo, vamos embora daqui!" Desamarrei ela e ajudei-a a se levantar.
"Ah, linda reunião de família! Pena que vai dar em morte!" disse uma voz grave. Era um homem forte, com trajes negros e feições cruéis. O maldito seqüestrador!
"Deixe-nos! Não lhe fizemos nada!" gritei e me postei diante dele.
Ele gargalhou. "Uma criancinha vai me enfrentar? Na sua idade eu já matava lobos, seu infeliz! Agora saia do meu caminho!" Ele gritou esta última frase e me preparou um soco contra mim. "Castor!", gritou Helena, em pânico. O golpe veio envolvido num clarão sobrenatural e eu estava demasiado assustado tentar me defender. Só tive tempo de ver Helena me empurrando para o lado e tomando o golpe em meu lugar... Ela voôu contra a parede, e eu num reflexo, peguei uma pedra e arremessei em cheio no rosto dele! O malfeitor caiu, desacordado.
"HELENA!" peguei-a e amparei no meu colo. Havia um ferimento grande em seu peito e sangrava muito...
"Meu herói... você me encontrou quando eu mais precisava..." a voz dela estava embargada, e sua boca sangrava.
"Helena, vamos! Precisamos sair daqui! Tenho que te levar pra vila, e buscar ajuda..." eu já estava soluçando.
"Vá, Castor!... Fuja!... Se me levar.... você não vai conseguir. Consiga ajuda, eu te espero aqui!" ela implorou.
"Não! Você vem comigo! Não posso te deixar aqui!"
"Me deixe aqui, maninho... O que você dirá... pra mãe... quando a encontrar?"
".... Direi que ela pôs no mundo a menina mais valiosa do planeta, e que ela está perdoada, nós a amamos muito!"
Nós dois choravamos. "Meu bom irmão... Você será um grande homem... Nunca perca a Esperança, lembre-se do que eu te disse ontem... Adeus, Castor..." Ela fechou os olhos... para sempre.
"HELENA!! NÂO!!!" Abracei o corpo dela, desesperado. Não queria entender a morte.
"Droga!... Por quê? Por que esse mundo é assim? Cadê esses deuses? Por que Atena não nos protege, como diz as lendas?" Estava perdendo as forças, devido a essa tristeza.
"Ha! Esqueça, a deusa não te ouvirá, nem virá salvá-lo!" O bandido levantou e pairou no casebre como uma eterna escuridão. Nunca senti tanto medo e tristeza como naquele momento. Engoli em seco, lágrimas e sangue, mas não perdi a esperança...
"É, ela não pôde vir, mas ela manda lembranças através deste servo.", disse uma voz segura, vinda de um homem que entrou no casebre, e ficou sob a luz do luar.
"Mais um metido a herói? Quer morrer como a vagabundinha ali? Quem você pensa que é? Um...", desafiou o desgraçado.
"Cavaleiro de Atena? Acertou. Mas não vim para participar de seu joguinho. Vou levá-lo a julgamento, seu covarde." Ele respondeu impassível.
"Então vá pra bem fundo do inferno! Morra!" o bandido foi golpear o homem do mesmo modo que há minutos atrás.
Então houve um lampejo claro como o Sol, em uma fração de segundo, e o bandido estava estirado no chão.
"Atacar crianças com o Cosmo, que indigno, repulsivo..." Foi então que eu o reconheci: Alto, olhos verdes, imponente, longos cabelos azuis cobrindo as costas e os ombros. Só podia ser...
"Sa... Saga...?", perguntei, em meio às lágrimas.
"Sim. Vamos, garoto, temos que ir embora." Quem diria? O lendário Saga!
"M... mas a minha irmã... ela... ela morreu..." e desatei a chorar de novo. "Tudo porque eu sou fraco, e não pude protegê-la! Como vou viver sem ela?"
"Menino, você não é fraco. Você apenas não conhece sua força interior..." Saga se aproximou e ajoelhou perto de mim.
"Você não teve culpa, mas terá uma chance de se redimir. Você virá comigo, e servirá Atena. Ela precisa de cavaleiros, pessoas como você, que querem que este mundo seja seguro e feliz. Agora pare de chorar! Como você se chama?"
"Ah... tá. Ca... Castor.", respondi sem entender muito o que ele quis dizer com aquilo.
Ele pegou Helena com muito cuidado e saímos do casebre.

Sete anos depois...

Diante do túmulo de Helena, eu contei pra ele o sonho que tive na noite anterior, e perguntei que luz era aquela.
"Provavelmente, o cosmo de Atena ou seu amor por sua irmã.", respondeu Saga.
Saga agora é meu mestre, e me esforço cada dia para me tornar um Cavaleiro de Atena. Para que tragédias como a minha e de muitos outros termine!
"A Bondade emana uma luz dourada..." Eu disse, fitando a lápide. Saga concordou em silêncio.
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Re: Ficha de Aspirante: Castor

Mensagem  Admin em Sab Ago 30, 2008 4:11 pm

Halseluck,

Sua ficha está quase certa!
Só falta uns detalhes como a descrição dos golpes.
Corrija isso e sua ficha será aceita.

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